Quer receber novidades exclusivas do Cripto Investing? Assine a nossa Newsletter!

Cripto sofre nova onda de vendas coordenadas: liquidez global se estreita

Compartilharam
0
Visualizaram
0 k
Postar no Facebook
Twitter
WhatsApp

Artigos Relacionados

Nas últimas 24 horas, o mercado cripto voltou a registrar pressão vendedora significativa, segundo analistas que monitoram dados on-chain e de derivativos. A liquidez, dizem, está se estreitando exatamente quando grandes players institucionais parecem se reposicionar ou sair parcialmente. Esse movimento coordena com alertas macroeconômicos externos, como a desaceleração dos fluxos em ativos de risco e a cautela em torno de novas políticas monetárias.

Fontes de mercado indicam que parte da venda vem de gestores de fundos cripto, que estariam fazendo “realocação estratégica”: alguns estão tirando parte do capital para balancear portfólios ou migrar para ativos menos voláteis, enquanto outros usam esse momento para levantar caixa. Analistas da CoinDesk (via boletins de mercado) apontam que os níveis de financiamento de futuros estão mais baixos, indicando menos alavancagem de compra, o que pode reforçar a baixa.

Além disso, o mercado spot mostra sinais de capitulação em determinados tokens: ordens de venda emergem em níveis técnicos importantes, o que pode acionar liquidações forçadas, especialmente entre traders com margem apertada. Isso cria uma espiral de baixa, já que a liquidação automática alimenta mais pressão de venda para manter os preços.

Para investidores de longo prazo, esse ambiente é um teste: será que esta é mais uma correção normal ou o início de um ciclo mais profundo de distribuição? Alguns estrategistas argumentam que se os fluxos institucionais continuarem fracos, poderemos ver uma fase prolongada de consolidação antes da próxima alta. Já os traders de curto prazo devem estar preparados para volatilidade acentuada e possíveis rebotes técnicos.

Por fim, o atual momento exige disciplina: usar stops, rever exposição, ter caixa para oportunidades e, sobretudo, avaliar se a estratégia de investimento (seja para “hold”, alavancar ou proteger) ainda está alinhada com os riscos. A qualidade dos ativos e a resiliência dos projetos serão cruciais para determinar quem sobrevive e quem sai fragilizado desta tempestade.

Compartilhe:

Postar no Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Email